O famoso e respeitado projetista automotivo – Gordon Murray – anunciou esta semana novos detalhes de seu hipercarro o T.50.
Segundo uma entrevista que Murray deu a revista Car and Driver norte-americana, o projeto está em estágio bem avançado e deve ser o sucessor do McLaren F1 – pois foi ele quem criou o F1 atual.
O nome do hipercarro T.50 será para homenagear os 50 anos de carreira de Murray – e o sue cockpit terá o mesmo layout de 3 lugares da F1, com o motorista sentado no centro, e dois passageiros sentados nas laterais, recuados um pouco para atrás.
Ainda na entrevista, Murray disse que o T.50 será o “último grande supercarro analógico”. Isso quer dizer que ele não terá propulsor híbrido e nem o moderno câmbio de dupla embreagem. No lugar dessas tecnologias mais novas, Murray vai optar por um conjunto mais “tradicional”.
O motor será um V12 naturalmente aspirado, que vai trabalhar em conjunto com uma transmissão manual que vai levar a força para as rodas traseiras.
Mesmo não dispondo de um motor mais moderno com tecnologia híbrida ou coisas do gênero, o T.50 terá um enorme “ventilador” traseiro que, segundo Murray, vai ajudar o T.50 a ter um sistema ativo de downforce, com níveis variáveis de acordo com a necessidade e o modo de condução escolhido.
O engenheiro insistiu que isto é mais importante do que o pico de downforce em si – número que não foi revelado. Outros detalhes foram revelados, como o conjunto do motor que foi desenvolvido pela Cosworth, mas sem citar potência ou torque.
O lançamento oficial do T.50 será em algum momento – ainda não revelado por Murray – em 2020, com as primeiras entregas programadas somente para 2022.
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